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CIRURGIA DE EPILEPSIA

CIRURGIA DE EPILEPSIA

O tratamento das epilepsias é feito através de medicamentos que evitam as descargas elétricas cerebrais anormais, que são a origem das crises epilépticas. Acredita-se que pelo menos 25% dos pacientes com epilepsia no Brasil são portadores em estágios mais graves, ou seja, com necessidade do uso de medicamentos por toda a vida, sendo as crises frequentemente incontroláveis e então candidatos a intervenção cirúrgica.

Como as crises são ocasionais e imprevisíveis, não adianta tomar medicamentos só por ocasião das crises ou sem acompanhamento médico regular e contínuo. O tratamento costuma ser longo e é necessária muita força de vontade do paciente, para o controle das crises. A consulta médica periódica permite que a quantidade de medicamentos seja ajustada à necessidade individual, além de possibilitar a identificação de fatores que possam estar contribuindo para o aumento das crises (fatores desencadeantes) e também para a verificação dos efeitos colaterais que às vezes aparecem com o uso dos medicamentos.

– Consulte seu médico periodicamente.
– Tome os remédios nos horários e quantidades prescritas.
– Não dobre a dose no horário seguinte caso tenha esquecido de tomá-la no horário anterior.
– Cuidado com o uso de bebidas alcoólicas pois o álcool pode facilitar a ocorrência de crises.
– Procure dormir suficiente e fazer suas refeições em horários regulares.
– Verifique se existe algum fator que facilite a ocorrência de suas crises. Anote tudo e converse com seu médico.

Epiléticos que praticam atividades físicas melhoram a qualidade de vida, a autoestima – e provavelmente diminuem a frequência das crises. Isso porque os exercícios interferem nos circuitos cerebrais envolvidos nos ataques. Agora, modalidades radicais são contraindicadas. Já os esportes aquáticos só devem ser realizados na presença de um profissional que conhece o quadro da pessoa e, assim, está pronto para acudi-la se necessário.

ESTÍMULOS CEREBRAIS

estimulo_cerebrais_epilepsiaA estimulação cerebral profunda, por meio de impulsos elétricos realizados por eletrodos colocados no cérebro, reduz a frequência de crises de epilepsia e pode ser alternativa para quem não responde a terapias normais.

O estudo, avaliou a segurança e a eficácia da estimulação elétrica em 110 adultos que tinham crises epilépticas constantes e não respondiam ao tratamento com remédios. Os resultados mostraram que aqueles que receberam a estimulação cerebral profunda tiveram uma redução de 40% nas crises epiléticas.

O outro grupo foi tratado com remédios básicos e apresentou redução de apenas 15% nas crises. Passados os três meses, o grupo de pessoas que tinha se submetido ao tratamento simples com remédio, passou também a receber estímulos por eletrodos.

A avaliação foi refeita após dois anos e mostrou que 54% dos participantes, dos dois grupos, tiveram uma redução na frequência de seus ataques epilépticos. Além disso, as crises não se manifestaram mais em 13% dos pacientes, o que comprovou eficiência no tratamento.